Inclusão

Guerreiros Solitários

Lutamos contra o glaucoma para preservar minha visão até meus cinco anos, com várias cirurgias. Com três anos eu já sabia Braille. Minha mãe quis deixar em mim bem viva a percepção de que tenho os mesmos direitos de todos.

Ela aprendeu Braille e traduzia todos o livros infantis para mim, assim eu podia ler quantas vezes quisesse, além de passar meus dedos no contorno das figuras, em relevo graças ao barbante que ela colava, delineando.

Inclusão

Entrevista com Rafael Nimoi,uma lição de vida

NIMOI: Na primeira vez não lembro muito bem, parecia mais um sonho, eu estava meio deprimido. Na segunda fui sem preocupação nenhuma, feliz, eu me arrepiava. Na rodoviária eu sentia aquela brisa, a maresia, Ficava ouvindo o barulho do mar. Na hora de andar de balsa sentia o balanço das ondas, que coisa de louco eu me arrepiava sentindo aquilo. É uma coisa de louco, é inexplicável.

Carreira Inclusão

Introdução da Entrevista com Rafael Nimoi, uma história de superação

Apesar de ser bem sucedido no que faz o radialista já sofreu com o preconceito, limitações, e teve que lutar desde pequeno contra a doença. Sua mãe, prevendo que o filho ficaria cego ensinou o alfabeto para ele já aos dois ano de idade.
O fazia memorizar cores, formas e imagens para que ele lembrasse no futuro. Aos cinco anos de idade perdeu a visão. Atualmente ele não vê nada, apenas um “clarão branco”.